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04/04/17 10:17

PNUD e governo realizam seminário sobre impacto da indústria de poliuretano na camada de ozônio

por ONUBR

Em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a Associação Brasileira da Indústria Química (ABIQUIM), o Ministério do Meio Ambiente realiza nos dias 24 e 25 de maio uma capacitação sobre o impacto da indústria de poliuretano na camada de ozônio.

Voltado para técnicos e profissionais do setor, evento acontece em São Paulo, é gratuito e receberá inscrições de 10 de abril até 12 de maio. Número de vagas é limitado a 60 participantes.

Em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a Associação Brasileira da Indústria Química (ABIQUIM), o Ministério do Meio Ambiente realiza nos dias 24 e 25 de maio uma capacitação sobre o impacto da indústria de poliuretano na camada de ozônio.

Voltado para técnicos e profissionais do setor, evento acontece em São Paulo, é gratuito e receberá inscrições de 10 de abril até 12 de maio. Número de vagas é limitado a 60 participantes.

O seminário abordará como a composição e a fabricação de espumas rígidas de poliuretano contribuem para a liberação de hidroclorofluorocarbonetos — compostos químicos que destroem a camada de ozônio e que são conhecidos pela sigla HCFCs.

Desde 2010, o Brasil implementa um programa nacional para eliminar essas substâncias da indústria. A previsão é de que o projeto seja implementado em três fases, divididas por cadeias produtivas. Atualmente, o Brasil está na reta final da implementação da Etapa I, que prevê a eliminação de 168,8 toneladas de Potencial de Destruição do Ozônio (PDO) do HCFC-141b no setor de espumas.

Mais de 177 empresas foram convertidas com recursos da Etapa I, em especial as micro, pequenas e médias empresas (MPMEs). “O foco da Etapa II, que teve início em 2016, são as empresas que produzem as espumas rígidas de poliuretano e beneficiará, até 2020, aproximadamente 750 empresas desse setor, particularmente as MPMEs”, explica o assessor técnico do PNUD, Rafael Moser.

O atual desafio das empresas brasileiras é encontrar alternativas aos HFCFs que tenham propriedades similares às espumas fabricadas com as substâncias nocivas ao meio ambiente.

“Nessa fase atual, a situação é muito diferente da eliminação do clorofluorocarbono-11, porque basicamente só havia duas opções para o setor: os hidrocarbonetos e o HCFC. Agora, há muitas opções, como os hidrocarbonetos, a água, os HFOs, o formiato de metila e o metilal”, explica o especialista internacional em espumas de poliuretano do PNUD, Miguel Quintero.

Interessados em participar do seminário Formulação para Espumas Rígidas de Poliuretano deverão enviar o formulário de inscrição — acesse clicando aqui — para o e-mail matheus.ranna@undp.org no período mencionado. Caso o número de inscritos exceda o de vagas, serão permitidos no máximo dois participantes por empresa. Caso restem vagas, a inscrição será realizada por ordem de chegada.

Fonte: ONUBR > Notícias > Desenvolvimento Sustentável